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terça-feira, 19 de novembro de 2013

EXERCÍCIOS - ECOSSISTEMA


1) As espécies de capim que crescem nos campos da Austrália podem ser diferentes das que existem na América ou na África, mas todas têm a mesma função: são produtores dos ecossistemas de campo. Nos campos da Austrália vivem cangurus, nos da África há zebras e na América do Norte há bisões. Sabendo que estes são herbívoros, podemos afirmar que todos esses animais exercem em seus ecossistemas a função de:
a) consumidores primários
b) consumidores secundários
c) consumidores terciários
d) decompositores
2) Qual o papel da fotossíntese na vida das plantas?
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3) Os organismos consumidores e decompositores não produzem seu próprio
alimento. Então, qual é a diferença entre eles?
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4) A figura abaixo representa uma cadeia alimentar em um ambiente terrestre.
Classifique cada organismo de acordo com os componentes de uma cadeia alimentar.
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5) Forme uma cadeia alimentar com cada grupo de seres vivos unindo-os com setas e
identificando -os.
a) gato, milho, pombo, fungo
b) capim, leão, bactéria, zebra















6) O aproveitamento das algas pelo homem torna-se cada vez mais acentuado. Em certos países asiáticos, as algas já fazem parte da dieta humana. Neste caso o homem comporta-se como:
a) consumidor primário.
b) consumidor secundário.
c) consumidor terciário.
d) produtor.

7) Diferencie as relações ecológicas harmônicas e as desarmônicas.
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8. Responda:
a) Como as plantas conseguem seus alimentos?
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b) Quem são os produtores nos ambientes aquáticos?
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c) Por que os animais são chamados de consumidores?
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d) Por que a destruição de um hábitat pode levar à extinção, espécies animais e vegetais?
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8. Na cadeia alimentar existem microorganismos decompositores que se alimentam de matéria orgânica.

a) Quem são os decompositores? ___________________________________
b) Qual a importância dos decompositores para a natureza?

10 - Seu Alfredo é jardineiro há muito tempo. Sempre gostou de observar a natureza ao seu redor, enquanto cuidava das plantas. Um dia, durante o trabalho, ele observou que havia alguns pássaros nos galhos das árvores à espera de algum gafanhoto distraído na grama. Foi quando olhou para a janela da casa e pensou: “Melhor seria se os passarinhos não fizessem tanto alvoroço para não chamar a atenção daquele gato danado.”
a) Monte uma cadeia alimentar com os seres vivos do texto











b) Qual o componente da cadeia alimentar que não está descrito no texto, mas com
certeza está presente na cadeia alimentar que você construiu?
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c) Quem é o produtor na cadeia alimentar que você construiu?....................................................
d) Quem são os consumidores?................................................................

11. O krill é um pequeno camarão marinho. Alimenta-se de algas e é um dos principais alimentos de muitos peixes, que servem de refeição para aves, golfinhos, focas e pingüins. Devido à sua posição na teia alimentar marinha, o krill vem sendo protegido por legislação ambiental. A ameaça maior vem do Japão, interessado em explorar economicamente o valor econômico do krill. O nível alimentar a que pertence o krill é:
a) produtor.
b) decompositor.
c) predador.
d) consumidor primário.
e) consumidor secundário.
12. Na figura da cadeia alimentar a seguir, o primeiro nível trófico é ocupado pelas(os):
a) plantas.
b) pássaros.
c) insetos.
d) insetos e bactérias.

e) fungos e bactérias. 

EXERCÍCIOS - SUBSTANTIVO


ALUNO: _______________________________________

REVISÃO DE PORTUGUÊS 

Apagão em escala planetária festejará o brilho das estrelas

Pouca gente ouviu falar de poluição luminosa, mas tal coisa existe e é um pesadelo na vida de astrônomo, pois rouba a beleza do céu estrelado. Não foram os astros que perderam o frescor, a humanidade é que iluminou intensamente a Terra e ofuscou a noite. A poluição luminosa é causada pelo excesso de iluminação urbana. (...) Para chamar a atenção para o problema, astrônomos de diversos países começaram a organizar algo como o dia mundial do céu escuro. A idéia é que as luzes das cidades fossem apagadas por alguns instantes. Isso em 18 de abril de 2005, quando seriam lembrados os 50 anos da morte de Albert Einstein.
(Revista O Globo, Rio de Janeiro, 3/10/2004)

1 - Da leitura do texto, pode-se entender que a poluição luminosa é provocada
a) pelo brilho intenso das estrelas.
b) pela perda do frescor dos astros.
c) pela pouca iluminação de algumas cidades.
d) pelo excesso de iluminação urbana.
e) pelo brilho lunar.

2 - De acordo com o texto, o excesso de iluminação é uma preocupação para os astrônomos porque
a) dificulta a iluminação urbana.
b) ilumina excessivamente a cidade.
c) impede a plena observação das estrelas.
d) torna a noite ainda mais escura.
e) as pessoas se incomodam com tanta luz.

3 - A questão central tratada no texto é a
a) economia de energia.
b) beleza das estrelas.
c) pesquisa dos astros.
d) poluição luminosa.
e) A falta de luz.

4 - A finalidade desse texto é
a) informar a preocupação dos astrônomos.
b) denunciar os perigos de um apagão.
c) alertar sobre o consumo de energia.
d) valorizar o excesso de iluminação urbana.
e) mostrar a preocupação das pessoas referente a luz.

5 - Assinale a frase em que os advérbios expressam idéias de tempo e negação:
a) Falei calmamente com os embaixadores.
b) Não me pergunte as razoes da minha atitude.
c) Eles sempre chegam atrasados.
d) Hoje acreditei em você, mas não acreditarei mais!
e) Agora seremos felizes para sempre.

O CADERNO

Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco até o be-a-bá.
Em todos os desenhos coloridos vou estar:
A casa, a montanha, duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel.
(...)
O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado, se lhe dá prazer.
A vida segue sempre em frente, o que se há de fazer.
Só peço a você um favor, se puder:
Não me esqueça num canto qualquer.

6 - A expressão “A vida segue sempre em frente” indica que na vida:
a) tudo acaba.
b) tudo passa.
c) tudo estaciona
d) tudo fica como está.
e) passamos por fases.

7 - No poema, o verso “Do primeiro rabisco até o be-a-bá” sugere a aprendizagem
a) do desenho.
b) da fala.
c) da escrita.
d) da pintura.
e) da leitura.

8 - A partir da leitura do poema, pode-se concluir que o caderno
a) gosta muito de todas as crianças.
b) fala como se fosse uma pessoa.
c) sonha com desenhos coloridos.
d) gosta muito de rabiscar.
e) fica triste por ser deixado de lado.

Gramática

1. Separe, das frases abaixo, os substantivos próprios e os comuns, escrevendo-os no quadro.
1.      O motorista do ônibus era Antônio.
2.      O Jornal do Brasil deu a notícia do assalto.      
3.      Os legumes caíram no chão.
4.      Benito, Iara e Marli já leram o texto em Recife.
5.      Era sempre festa quando o professor Celso chamava os sobrinhos e os netos para contar-lhes histórias.
6.      Cláudia, Helena, José e Joaquim atendiam ao avô, com muita alegria.
7.      Eles gostavam de ouvir as mesmas lendas: Saci Pererê, Negrinho do Pastoreio.
8.      As lendas de índios e as histórias fantásticas dos escravos trazidos da África eram as histórias preferidas.


Substantivos próprios
Substantivos comuns









2. Leia com atenção as frases abaixo e sublinhe todos os substantivos que encontrar. Depois os separe colocando-os na coluna em que se classificam.

a. Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.
b. A paz é fruto da justiça.
c. Os passarinhos formam seus ninhos com palha e gravetos.


Substantivos concretos
Substantivos abstratos




          


3. Identifique os substantivos existentes nas frases e classifique-os em próprios ou comuns, concretos ou abstratos:
a) Alberto é engenheiro e ele construiu uma barragem na represa.
b) A saudade, a alegria, a tristeza e o medo são emoções.
c) Mário examinou o telhado e substituiu as telhas quebradas.
d) Fernando foi de navio para Portugal.

PRÓPRIOS ___________________________________________________________

COMUNS _____________________________________________________________

CONCRETOS _________________________________________________________

ABSTRATOS __________________________________________________________


4. Sublinhe os substantivos simples e circule os substantivos compostos existentes nas frases:

a) Henrique foi à feira e trouxe um cacho de banana-maçã.

b) Na festa, havia pão-de-ló, cocada, olho-de-sogra, baba-de-moça e goiabada.

c) Sei que é lindo o  girassol, mas não abra a janela porque entram os pernilongos.

    d)O porta-mala está tão cheio que foi difícil fechá-lo.

5. Forme substantivos derivados de:

Pedra __________________________________________________________________

sol ____________________________________________________________________

rei ____________________________________________________________________

livro ___________________________________________________________________

jardim _________________________________________________________________

flor ___________________________________________________________________

banana _______________________________________________________________

mar __________________________________________________________________

dia ___________________________________________________________________


    6. Encontre os substantivos primitivos que dão origem aos derivados abaixo:

pobreza _________________ ansiedade _________________

leiteiro _________________ mangueira _________________

porteiro _________________ cavaleiro _________________

paliteiro _________________ camponesa _________________

asneira _________________ quarteirão ___________________

Cachorrada _________________ biblioteca _________________

padaria _________________ pizzaria _________________

sorveteria _________________ relojoaria _________________

maresia ________________ surfista ___________________




REVOLTA DOS MALÊS



O QUE FOI

A Revolta dos Malês foi uma mobilização de escravos de origem muçulmana, a qual registrou-se na noite de 24 para 25 de janeiro de 1835, na cidade de Salvador, capital da então Província da Bahia, no Brasil.
Constituiu numa sublevação de caráter social, de escravos africanos das etnias hauçá, igbomina e Picapó, de religião islâmica, organizados em torno de propostas radicais para libertação dos demais escravos africanos que fossem muçulmanos. "Malê" é o termo que se utilizava para referir-se aos escravos muçulmanos.


CAUSAS E OBJETIVOS DA REVOLTA


Os revoltosos, em 1835, na bahia, estavam muito insatisfeitos com a escravidão africana, a imposição do catolicismo e com a preconceito contra os negros. Portanto, tinham como objetivo principal à libertação dos escravos. Queriam também acabar com o catolicismo (religião imposta aos africanos desde o momento em que chegavam ao Brasil), o confisco dos bens dos brancos e mulatos e a implantação de uma república islâmica.

O PLANO DE AÇÃO DOS MALÊS
Planejada por elementos que possuíam experiência anterior de combate, na África, de maneira geral, os malês propunham o fim do catolicismo - religião que lhes era imposta -, o assassinato e confisco dos bens de todos os brancos e mulatos e a implantação de uma monarquia islâmica, com a escravidão dos não muçulmanos (brancos, mulatos e negros).
De acordo com o plano de ataque, assinado por um escravo de nome Mala Abubaker, os revoltosos sairiam da Vitória (atual bairro da Barra), para Itapagipe, onde se reuniriam ao restante das forças.Tinham como objetivo tomar o governo, e com isso professar suas crenças religiosas, conquistando seus direitos. O passo seguinte seria a infiltração dos engenhos do Recôncavo e a libertação dos escravos. O plano do movimento foi todo escrito em árabe.  
A REPRESSÃO PELAS AUTORIDADES E O FIM DA REVOLTA

Uma mulher contou o plano da revolta para um Juiz de Paz de Salvador. As autoridades se organizaram com rapidez, conseguindo repelir os ataques aos quartéis de Salvador, colocando em fuga os revoltosos. Ao procurar sair da cidade, um grupo de mais de quinhentos revoltosos, entre escravos e libertos, foi barrado na vizinhança do Quartel de Cavalaria em Água dos Meninos, onde se deram os combates decisivos, vencidos pelas forças oficiais, mais numerosas e bem armadas.
No confronto morreram sete integrantes das tropas oficiais e setenta do lado dos revoltosos. Duzentos e oitenta e um, entre escravos e libertos, foram detidos no Forte do Mar e levados aos tribunais. Suas condenações variaram entre a pena de morte para quatro dos principais líderes, os trabalhos forçados, o degredo e os tacos.
Entre os pertences dos líderes foram encontrados livros em árabe e orações muçulmanas.
À época, os africanos foram proibidos de circular à noite pelas ruas da capital e de praticar as suas cerimônias religiosas.
Apesar de rapidamente controlada, a Revolta dos Malês serviu para demonstrar às autoridades e às elites o potencial de contestação e rebelião que envolvia a manutenção do regime vigente, ameaça que esteve sempre presente durante todo o Período Regencial e se estendeu pelo Governo diário de D. Pedro II.

Curiosidades

O termo “malê” é de origem africana  (ioruba) e significa “o muçulmano.



O escritor Rex Schindler escreveu o livro “O Massacre dos Malês", focalizando as lutas pela independência em terras da Bahia. O massacre da comunidade Malê, organizadíssima socialmente porque falava árabe, cultuava o islamismo e possuia banco e aposentadoria para os escravos de ganho malês; e a Sabinada, onde Sabino Vieira conseguiu o apoio de comandantes militares citadinos para criar a República Federativa da Bahia contra o império usurpador, como aconteceu na América do Norte.







NEOLIBERALISMO



NEOLIBERALISMO



O Neoliberalismo é uma releitura do Liberalismo Clássico.
Embora o termo tenha sido cunhado em 1938 pelo sociólogo e economista alemão Alexander Rüstow, ganhou efetiva aplicabilidade e reconhecimento na segunda metade do século XX, especialmente a partir da década de 1980. Nesta época, houve um grande crescimento da concorrência comercial, muito em função da supremacia que o captalismo buscava conquistar sobre o sistema socialista. Mesmo ainda no decorrer da Guerra Fria, as características do conflito já eram muito diferenciadas das existentes nos anos imediatamente posteriores ao fim da Segunda Guerra Mundial. A União Soviética  já havia se afundado em uma grave crise que apontava para o seu fim inevitável. Enquanto isso, o capitalismo consolidava-se como sistema superior e desfrutava de maior liberdade para determinar as regras do jogo econômico.
O crescimento comercial foi notório e, para enfrentar a concorrência, medidas foram tomadas no Reino Unido e nos Estados Unidos. As principais características dessas medidas foram a redução dos investimentos na área social, ou seja, no que se refere à educação, saúde e previdência social. Ao mesmo tempo, adotou-se como prática também a privatização das empresas estatais, o que se aliou a uma perde de poder dos sindicatos. Passou-se a defender um modelo no qual o Estado não deveria intervir em nada na economia, deixando-a funcionar livremente. Ou seja, considerando-se as características do novo momento, uma releitura da forma clássica do Liberalismo.
O Neoliberalismo ganharia força e visibilidade com o Consenso de Washington, em 1989. Na ocasião, a líder do Reino Unido, Margareth Thatcher e o presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, propuseram os procedimentos do Neoliberalismo para todos os países, destacando que os investimentos nas áreas sociais deveriam ser direcionados para as empresas. Esta prática, segundo eles, seria fundamental para movimentar a economia e, consequentemente, gerar melhores empregos e melhores salários. Houve ainda uma série de recomendações especialmente dedicadas aos países pobres, as quais reuniam: a redução de gastos governamentais, a diminuição dos impostos, a abertura econômica para importações, a liberação para entrada do capital estrangeiro, privatização e desregulamentação da economia.
O objetivo do Consenso de Washington foi, em certa medida, alcançado com sucesso, pois vários países adotaram as proposições feitas. Só que muitos países não tinham condições de arcar com algumas delas, o que gerou uma grande demanda de empréstimos ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Logo, criava-se todo um sistema de privilégios para os países desenvolvidos, pois as medidas neoliberais eram implementadas sob o monitoramento do FMI e toda essa abertura econômica favorecia claramente aos países ricos, capazes de comprar as empresas estatais e de investir dinheiro em outros mercados. Por outro lado, o argumento de defesa do Neoliberalismo diz que a abertura econômica é benéfica porque força à modernização das empresas. Entretanto, é preciso lembrar que muitas dessas empresas não tinham condições de se modernizar com tamanha rapidez e com tanto investimento, o que resultou em muitos empréstimos, incapacidade de pagamento, dívidas em crescimento, falência e, por sim, desemprego.
A partir da década de 1970, a supremacia do modelo capitalista sob o estagnado projeto de desenvolvimento dos países socialistas marcou uma nova fase da política internacional. Com o passar do tempo, o novo ritmo das empresas e mercados forçou uma repaginação dos moldes de orientação política do Estado para com a sua economia. A necessidade de crescimento constante passou a conviver com a elaboração de formas de se conter um possível colapso da economia mundial.
Foi assim que surgiram os primeiros teóricos da doutrina neoliberal. Para esses novos pensadores da economia, um governo só pode manter o equilíbrio dos preços do mercado interno fazendo uso de mecanismos de estabilização financeira e monetária, aliada a políticas que contém os índices de inflação e preserve as reservas cambiais do país. As liberdades de mercado continuam, mas as autoridades políticas devem conter os excessos do capital especulativo e dos grandes monopólios.
Outra faceta específica da política neoliberal também atinge diretamente a relação de gastos que o Estado mantém com as necessidades essenciais da sociedade civil. De acordo com tal teoria, os gastos públicos do governo neoliberal com educação, previdência social e outras ações de cunho assistencial devem ser reduzidas ao máximo. Caso essas demandas se ampliassem, o próprio desenvolvimento da economia proveria meios para que a sociedade civil resolvesse tais questões.
Entre as décadas de 1970 e 1980 observa-se que os primeiros governos neoliberais ganharam espaço no cenário político internacional. Ronald Reagan, nos Estados Unidos; Margaret Thatcher, no Reino Unido; e Helmut Kohl, na Alemanha são considerados os primeiros grandes precursores desse modelo de desenvolvimento. Logo em seguida, outras nações menos desenvolvidas, como Brasil e Argentina, tomaram medidas em favor desse novo molde.
No caso dos países subdesenvolvidos, a implantação do modelo neoliberal teve como maior manifestação a onda de privatizações que atingiram as empresas estatais. Argumentando que tal ação provocaria inevitável melhoria de alguns serviços essenciais, o governo realizava a venda dessas empresas para algum grupo econômico ou investidor particular. Contudo, ainda percebe-se que a redução das empresas públicas não foi acompanhada por um benefício proporcional.
De fato, o projeto neoliberal não conseguiu atingir as prometidas metas que deveria promover os sonhados tempos de desenvolvimento e modernização de certas nações. Ao entregar empresas do setor público para o capital privado, a situação de muitos trabalhadores esteve ameaçada pelo interesse de ampliação dos lucros e a redução do quadro de funcionários. Além disso, a necessidade de constante modernização e mecanização de serviços também fechou várias portas do mercado de trabalho.
Mediante essas contradições impostas pelo modelo de desenvolvimento neoliberal, nota-se a formação de movimentos de oposição que lutam pela ampliação dos programas de assistência social oferecidos pelo Estado. Nesse aspecto, a melhoria das condições de vida, o acesso à informação e qualidade de ensino seriam pressupostos inevitáveis para que o neoliberalismo – que não vem apresentando resultados nada satisfatórios – fosse remodelado pela ação de transformações democráticas.
 No Brasil, o Neoliberalismo foi adotado abertamente nos dois governos consecutivos do presidente Fernando Henrique Cardoso. Em seus dois mandatos presidenciais houve várias privatizações de empresas estatais. Muito do dinheiro arrecadado foi usado para manter a cotação da nova moeda brasileira, o Real, equivalente a do dólar. Assim, o Brasil passou pelo mesmo processo de venda de estatais, falências e desemprego.












A ARTE ROMANA


A ARTE ROMANA

A arte romana se destacou no período que foi do século VIII a.C. ao século IV d.C. Foi fortemente influenciada pela cultura e pelas crenças gregas. Um exemplo disso é a própria mitologia romana, muito parecida com a mitologia grega.
Com forte influência dos etruscos, a arte romana antiga seguiu os modelos e elementos artísticos e culturais  da Grécia Antiga e chegou a "copiar" estátuas clássicas. Imperadores, deuses e figuras mitológicas foram retratados nas esculturas romanas.

A escultura romana

Foi trabalhada através de retratos e estátuas, muitas vezes apresentando uma característica fúnebre. Os escultores romanos buscavam a reprodução mais fiel possível da realidade em suas obras e centravam-se nos aspectos psicológicos, ou seja, a obra evidenciava o caráter, a honra e a glória do retratado.
A escultura romana ficou conhecida principalmente por seus retratos, realistas e práticos. Eles decoravam edifícios públicos e privados, que muitas vezes eram apenas uma base grandiosa para estas esculturas. Arcos edificados por todo o império destacavam-se entre os monumentos mais importantes. Embora muitos não tenham sobrevivido, tinham como função servir de ponto de apoio para estátuas construídas em honra a personagens importantes da época. Exemplos destes arcos são o de Tito (c. 81 d.C.), no Foro romano, e o de Bará, em Tarragona, na Espanha.

 A Pintura romana 

A pintura mural (afrescos) recorreu ao efeito da trimensionalidade. Os afrescos da cidade de Pompéia (soterrada pelo vulcão Vesúvio em I a.C.) são representativos deste período. Cenas do cotidiano, figuras mitológicas e religiosas e conquistas militares foram temas das pinturas romanas.
Os gêneros artísticos mais comuns na pintura romana eram: paisagens, retratos, arquiteturas, pinturas populares e pinturas triunfais.
Os pintores romanos usavam como materiais de trabalho tintas produzidas a partir de materiais da natureza como, por exemplo, metais em pó, vidros pulverizados, substâncias extraídas de moluscos, pó de madeira e seivas de árvores.
Na pintura, da qual restam hoje poucos exemplares, encontrados em grande parte nas cidades de Pompéia e Herculano, soterradas pela erupção do Vesúvio em 79 a.C., estava presente uma temática variada e ampla, pelo que se deduz de textos literários antigos – entre outros temas fatos históricos, mitos, cenas do dia-a-dia, retratos e naturezas-mortas. Nas ruínas destas cidades encontram-se principalmente vestígios de uma pintura mural, que apresenta quatro etapas – a primeira, influenciada pela decoração grega de interiores, imitava placas de mármore polidas; a segunda criava, através do uso da perspectiva, um estado espacial ilusório, que levava à percepção da imagem além da superfície do mural; o terceiro estilo representava fielmente a realidade e o quarto representava um painel de fundo vermelho, com uma imagem central representando geralmente uma obra grega, imitando um cenário teatral.















COMUNIDADE


Comunidade é um conjunto de pessoas que se organizam sob um mesmo grupo de normas, geralmente vivem no mesmo local, sob o mesmo governo ou compartilham do mesmo legado cultural e histórico. Os estudantes que vivem no mesmo dormitório podem formar uma comunidade, assim como as pessoas que vivem no mesmo bairro, aldeia ou cidade. Um bairro é considerado uma comunidade ou região dentro de uma cidade ou município, sendo a unidade mínima de  urbanização existente na maioria das cidades do mundo.Fichter, 1967 em suas definições, para uso didático, ressalta que se trata de uma palavra rodeada de significados múltiplos, desta forma requer uma cuidadosa definição técnica, ao que propõe: comunidade é um grupo territorial de indivíduos com relações recíprocas, que servem de meios comuns para lograr fins comuns.
A palavra comunidade tem origem no termo latim communĭtas. O conceito refere-se à qualidade daquilo que é comum, pelo que permite definir distintos tipos de conjuntos: das pessoas que fazem parte de uma população, de uma região ou nação; das nações que se encontram unidas por acordos políticos e econômicos (como a Comunidade Europeia ou o Mercosul/Mercado Comum do Sul); ou de pessoas vinculadas por interesses comuns (como é o caso da comunidade católica).
Quanto à constituição, pode-se dizer que uma comunidade é um grupo de seres humanos que partilham elementos em comum, como o idioma, os costumes, a localização geográfica, a visão do mundo ou os valores, por exemplo. No seio de uma comunidade, é hábito criar-se uma identidade comum mediante a diferenciação de outro(a)s grupos ou comunidades.
As necessidades de uma comunidade podem ser relacionadas às necessidades básicas do próprio ser humano: fisiológicas, segurança, afetividade (amor e relacionamentos), estima e auto-realização. As necessidades fisiológicas se referem à comida, bebida, ar, sono, lazer, saúde, educação etc.
A necessidade de segurança diz respeito ao sentimento de proteção, sem ameaças de ordem física, psíquica ou social. Essa inclui a habitação que proporciona o conforto físico. O meio ambiente de uma comunidade deve ser livre de agentes agressores físicos, químicos e biológicos; deve possuir saneamento básico, iluminação, pavimentação, controle de insetos e roedores, coleta de lixo, enfim, uma infra-estrutura básica que permita ao cidadão viver dignamente.
A necessidade de afetividade é o fato de que as pessoas em geral e de uma comunidade precisam de amor e afeição, de sentir que pertencem a um grupo social, precisam ter à sua volta pessoas (família, amigos, professores, etc.) com quem possam compartilhar suas alegrias e tristezas, suas ansiedades e suas dúvidas.
A necessidade de auto-estima significa “valorização de si mesmo; amor próprio”. As pessoas devem se sentir bem em relação a si próprias, e orgulhosas quanto às suas habilidades e realizações. A auto-estima elevada é um motivador poderoso do comportamento saudável.
A auto-realização representa a ânsia de continuar a crescer e mudar, de trabalhar por novos objetivos, de desenvolver talentos, de cultivar seus potenciais.
O Ação Global é um programa realizado pelo SESI em parceria com a Rede Globo. O projeto visa oferecer serviços relevantes e gratuitos à população brasileira a partir de eventos realizados em diversas comunidades. A união de uma rede única, em todo o país, formada por parceiros do poder público, ONGs, voluntários, pequenas, médias e grandes empresas tem garantido a oferta de mais de 40 serviços diferenciados e de qualidade.
O evento facilita o acesso a direitos que são essenciais a todos. Em um mesmo dia e local, é possível emitir documentos e receber atendimento médico e odontológico. Tudo isso ao som de música ao vivo e paralelamente a atividades de lazer, educação e esporte.

Uma ação global em uma Escola pode ajudar bastante na resolução de alguns problemas apresentados pela comunidade em que esta se encontra inserida. Um exemplo é o problema com o excesso de lixo, em que uma alternativa seria a reciclagem e a coleta seletiva. Outro exemplo pode ser visto em um lugar próximo à Escola que poderia ser recuperado ou melhorado com a ajuda dos alunos e dos moradores. Os alunos podem debater e buscar relacionar os cuidados que esse ambiente precisa para ser preservado ou para ser recuperado, não apenas com a ajuda da comunidade escolar, mas com o uso do abaixo assinado, caso seja necessário buscar a colaboração das autoridades competentes. Na busca por mudanças serão necessárias reflexões sobre o papel do governo municipal, estadual, dos órgãos de proteção ambiental, das organizações não governamentais, da comunidade e do cidadão em particular. Nesse contexto pode-se incluir campanhas de preservação ou revitalização envolvendo a comunidade escolar, do bairro etc.

RECICLAGEM



RECICLAGEM 

Reciclar é transformar objetos materiais usados em novos produtos para o consumo. Esta necessidade  foi despertada pelos seres humanos, a partir do momento em que se verificou os benefícios que este procedimento pode trazer para o planeta Terra.

IMPORTÂNCIA E VANTANGENS DA RECICLAGEM 

A partir da década de 1980, a produção de embalagens e produtos descartáveis  aumentou significativamente, assim como a produção de lixo, principalmente nos países desenvolvidos. Muitos governos eONGs estão cobrando de empresas posturas responsáveis: o crescimento econômico deve estar aliado à preservação do meio ambiente. Atividades como campanhas de coleta seletiva de lixo e reciclagem de alumínio e papel, já são comuns em várias partes do mundo.
No processo de reciclagem, que além de preservar o meio ambiente também gera riquezas, os materiais mais reciclados são o vidro, o alumínio, o papel e o plástico. Esta reciclagem contribui para a diminuição significativa da poluição do solo, da água e do ar. Muitas indústrias estão reciclando materiais como uma forma de reduzir os custos de produção.
Um outro benefício é a quantidade de empregos que ela tem gerado nas grandes cidades. Muitos desempregados estão buscando trabalho neste setor e conseguindo renda para manterem suas famílias. Cooperativas de catadores de papel e alumínio já são uma boa realidade nos centros urbanos do Brasil.
Muitos materiais como, por exemplo, o alumínio pode ser reciclado com um nível de reaproveitamento de quase 100%. Derretido, ele retorna para as linhas de produção das indústrias de embalagens, reduzindo os custos para as empresas.
Muitas campanhas educativas têm despertado a atenção para o problema do lixo nas grandes cidades. Cada vez mais, os centros urbanos, com grande crescimento populacional, tem encontrado dificuldades em conseguir locais para instalarem depósitos de lixo. Portanto, a reciclagem apresenta-se como uma solução viável economicamente, além de ser ambientalmente correta. Nas escolas, muitos alunos são orientados pelos professores a separarem o lixo em suas residências. Outro dado interessante é que já é comum nos grandes condomínios a reciclagem do lixo.
Assim como nas cidades, na zona rural a reciclagem também acontece. O lixo orgânico é utilizado na fabricação de adubo orgânico para ser utilizado na agricultura.
Como podemos observar, se o homem souber utilizar os recursos da natureza, poderemos ter , muito em breve, um mundo mais limpo e mais desenvolvido. Desta forma, poderemos conquistar o tão sonhadodesenvolvimento sustentável do planeta.

PRODUTOS RECICLÁVEIS

- Vidro: potes de alimentos (azeitonas, milho, requijão, etc), garrafas, frascos de medicamentos, cacos de vidro.
- Papel: jornais, revistas, folhetos, caixas de papelão, embalagens de papel.
- Metal: latas de alumínio, latas de aço, pregos, tampas, tubos de pasta, cobre, alumínio.
  • Plástico: potes de plástico, garrafas PET, sacos pláticos, embalagens e sacolas de supermercado.

SÍMBOLOS DA RECICLAGEM
Símbolo Internacional da Reciclagem

Símbolo da Reciclagem por material

CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS

Hoje estima-se que 1 em cada 1000 brasileiros é catador.
E 3 em cada 10 catadores gostariam de continuar na cadeia produtiva da reciclagem mesmo que tivessem uma alternativa. Eles têm orgulho de ser Catador.
O Catador é um sujeito que, historicamente, tira do lixo o seu sustento. Seja através da prática da coleta seletiva junto a alguns parceiros que doam o seu lixo ou, melhor ainda, seus recicláveis selecionados na fonte; seja caçando recicláveis pelas ruas e lixões, sacando os recicláveis do lixo misturado que o gerador não teve a decência de separar e colocou no mesmo saco o que pode e o que não pode ser reaproveitado.
Com esse “trabalho” a companhia de limpeza urbana deixa de pagar inúmeros quilos que seriam coletados e dispostos em aterro ou lixão. Na pior das hipóteses é uma economia. É um serviço a população já que esses materiais coletados pelos catadores vão evitar o consumo de matéria prima virgem – recursos naturais esgotáveis – além da economia com coleta e disposição final.

TIPOS DE CATADORES

  • Trecheiros: que vivem no trecho entre uma cidade e outra, catam lata pra comprar comida.
  • Catadores do lixão: catam diuturnamente, fazem seu horário, catam há muito tempo ou só quando estão sem serviço de obra, pintura etc.
  • Catadores individuais: catam por si, preferem trabalhar independentes, puxam carrinhos muitas vezes emprestados pelo comprador que é o sucateiro ou deposista.
  • Catadores organizados: em grupos autogestionários onde todos são dono do empreendimento, legalizados ou em fase de legalização como cooperativas, associações, ONGs ou OSCIPs.